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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Doce de amora ralada

Três dias depois de eu ter chegado a S. Miguel 
bateu à porta o rapaz que o ano passado me tinha vendido amoras.
É um hábito lá na ilha: vendem-se amoras porta a porta.
E o rapaz adivinhou que eu tinha chegado!
Amoras muito macias, doces e suculentas.
Comprei um balde delas... para aí uns quatro quilos ou mais!... 
Lavei-as e deixei-as logo a macerar no açúcar que tinha em casa.
Tive de ir comprar mais e distribuir a mistura em dois tachos
para confecionar a minha compota.
Uma porção maior, depois de atingido o ponto, foi ralada
no passe vite e deu para encher cinco frascos médios.
Ofereci um a uma amiga e os outros vieram comigo
para Coimbra.
A outra porção, que não ralei a pedido da minha filha,
 deu para três frascos, que ficaram com ela, em S. Miguel. 
Juntei o açúcar a olho e, mexendo de vez em quando,
deixei ferver em lume brando até ficar no ponto.
Deixei arrefecer um pouco e ralei, levando de novo ao lume
só para ferver antes de enfrascar.
 Aqui foi usado no meu pequeno-almoço com o chá habitual,
da minha terra!
 Apesar de ter transformado as suculentas amoras em compota,
sei que continuam a ser um alimento muito saudável,
que como, de facto, com moderação... isto é, 
não como todos os dias, mas quando como
gosto de barrar generosamente o meu pãozinho!...
Não pensei no blog quando fiz o doce,
por isso não fotografei as etapas da confeção.
 No fim ficou assim para vos mostrar a consistência.
Se alguém o quiser provar... ainda tenho para oferecer!
Não sou muito gulosa, mas aprecio um bom docinho!
Espero ter aguçado as vossas papilas gustativas!
Para provar esta delícia
terá de vir tomar o chá das cinco comigo!
O convite é feito com muito agrado!
UM ABRAÇO

sábado, 15 de agosto de 2015

Doce de melão com anis

Já mostrei aquidoce de melão, mas este foi diferente: levou anis.
Do melão, que tem de ser mesmo melão... 
só esta parte era agradável, sumarenta e doce.
Rente à casca era assim tipo pepino. E eu até gosto de pepino...
mas cada coisa tem o seu lugar:
 melão é melão... pepino é pepino!
Podia ter descascado o melão como os ricos...
mas no apartamento não tenho galinhas, nem porcos...
aquela parte do melão acabaria no lixo. 
Não! No lixo não!
O melão era assim depois de eu lhe retirar a tal camada
que fui guardando no congelador. 
Comia-se... mas há melões muito melhores!...
A parte que fui guardando apresentava-se assim.
Deu uma porção de compota equivalente a uma chávena de chá.
 Para lhe dar um toque diferente, juntei 2 estrelas de anis
e açúcar qb.
 Apenas um fundo de tacho serviu para dar um paladar diferente
aos iogurtes naturais do lanche, 
sem desperdiçar a parte menos boa do tal melão. 
 Nada tem de especial, é uma receita básica,
mas quis partilhá-la convosco 
e aproveitar para dizer que ainda ando por aqui... 
não vá alguém esquecer-me!!!
Prometo melhor para a próxima!
UM ABRAÇO