quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Ideia para duas sopas

Hoje vou mostrar como fiz duas das minhas sopas:
azeite e alhos ao lume,
cebola,
 beringela,
 tomate,
 abóbora,
 talos de nabos e couves,
 flocos de aveia,
 salsa e sal,
 água.
 Depois de ferver, deixa-se cozer tudo em lume brando.
 Tritura-se e guarda-se uma parte para utilizar como
base de outra sopa.

 Para a 2ª. sopa, põe-se a cozer um pouco de arroz carolino 
e agriões, com um fio de azeite.
 Mistura-se a base anterior
 e come-se outra sopa!
Usei várias cores, dispensei a batata e a sopa ficou boa.
Só faltou o alho francês que dá o sabor especial.
Quando preparo nabiças e couves, depois de escolher
a rama verde, pico e congelo os talos tenrinhos,
usando-os depois assim.
Fica saborosa e é uma forma de não comer a mesma sopa 
dois dias seguidos!
Além disso aprendi, já não sei onde, que os verdes da sopa
devem ser cozidos no dia em que se come a mesma, 
podendo-se, sim, guardar o puré da base da sopa.
Será verdade? Será mito? Pelo sim, pelo não...
UM ABRAÇO

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Casaco de tricô para criança - tam. 4 - 5 anos

Finalmente... terminei este casaco para um dos netinhos!
Gosto imenso de tricotar para os mais pequeninos... 
mas fui fazendo outras coisas pelo meio, como por exemplo,
um passeio a Trás-os-Montes, sem agulhas... só com um livro!
Eu já tinha mostrado AQUI como se faz este bolso,
pensando que iria acabar o casaco logo a seguir.
Para quem não viu esse post, aqui vai de novo.
É muito fácil e lembrei-me que faz jeito para um lencinho.
A manga levou os aumentos assinalados com alfinetes.
Também mostro como fiz os mates no topo da manga. 
Os botões foram os que pesquei na caixa... e, como sempre,
no grande stock deles, não havia 6 botões iguais... para rapaz!
Mas isso é coisa que se poderá corrigir com facilidade.
Assim, coloquei ursinhos , patinhos e gatos. Se calhar,
antes de oferecer o casaquinho ainda compro uns botões
mais adequados ao moço: uns carrinhos.
Os dias têm estado lindíssimos, com muito sol... e muito frio!
A claridade é boa... a máquina e a fotógrafa é que são
de fraca qualidade!... Aqui o casaco parece escuro,
mas a cor é esse azul mais forte do casaco sem as mangas.

Já reparei que há pessoas que agradecem cada comentário
nos seus próprios blogues, 
mas penso que não será usual ir revisitar o mesmo post.
Seria, talvez mais prático, para não usar outro termo...,
agradecer a visita no blogue de quem deixou o comentário.
Apenas acho que seria, talvez, mais bonito, não???
Para mim, esse gesto será como...
o da pessoa que não desembrulha logo a prenda 
no momento em que lhe é oferecida!!!
Agora, já aqui, agradeço as visitas...
que não deixam uma palavrinha!!!
Quanto aos comentários aqui deixados, 
farei questão de agradecer a simpatia 
no blog de quem os deixar.

UM ABRAÇO

sábado, 23 de novembro de 2013

Bolo Gabriel - receita copiada pela minha mãe... há muitos anos!

Este é um dos bolos que a minha mãe costumava fazer.
Não sei por onde copiou a receita, sei que é muito bom
e era o preferido do meu falecido irmão José Manuel.
Na minha última ida a S. Miguel, a minha prima Mª.Manuela 
avivou-me a memória e presenteou-nos com esta deliciosa sobremesa,
depois da excelente torta de bacalhau que serviu ao jantar
e que irei mostrar aqui noutro post, por também ser muito boa.
Aqui vai a receita do bolo, manuscrita pela minha mãe:
4 ovos inteiros (266 g)
o peso de 4 ovos de açúcar (266 g)
o peso de 2 ovos de farinha de trigo (138 g)
sumo de 1 limão
2 colh. chá de fermento royal
Para o xarope:
1 chávena de açúcar
1 chávena de água
sumo de 3 laranjas
 Batem-se as claras em castelo e reservam-se.
 Bate-se o limão com o fermento...
 ... e juntam-se as gemas e o açúcar. Bate-se muito bem e...
 ... depois junta-se a farinha. Continua-se a bater... 
 ... e juntam-se as claras em castelo,
 ... que só se envolvem sem bater.
Vai ao forno (180º) em forma untada com manteiga 
e polvilhada com farinha. Coze durante cerca de 3/4 hora
(mas isto depende do forno).
 Enquanto o bolo coze, leva-se ao lume a água com o açúcar,
só a levantar fervura.
 Deixa-se arrefecer, depois de misturado o sumo de laranja.
 Quando o bolo estiver pronto, ainda na forma...
 ... rega-se muito lentamente até embeber todo o xarope.
Deixa-se arrefecer na forma.
 Ei-lo depois de frio:
 Por fora já se viu que ficou lindo... por dentro... huuummm...
esta delícia!!!
Se vierem depressa... ainda poderei oferecer um pouco!...
 Se demorarem... acontecerá isto:
comemo-lo!!!
O bolo com o xarope é que fica esta delícia, é docinho q.b., 
se o fizerem irão gostar muito, como o José Manuel gostava!
Este foi em memória do meu querido e saudoso irmão.

UM ABRAÇO, HOJE MAIS DOCE!...

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A minha geleia de marmelo

Fica assim... mas a dos frascos está menos remexida...
mais bonita!...
Pus as cascas e os caroços dos marmelos a cozer
durante 1 hora e meia.
 Depois de cozidos, escorri, primeiro assim:
 ... mexendo com a colher, mergulhando as cascas no líquido,
 e depois passei para um coador. Fui retirando a polpa, assim,
 até ficar assim:
No final eram 3 litros de líquido, juntei 3 kgs de açúcar, 3 paus de canela,
 3 rodelas de limão sem os caroços,
 e uma pitada de sal.
Mexe-se tudo para misturar bem o açúcar, 
mas depois não é necessário voltar a mexer.
 Depois de levantar fervura baixei o lume.
 Com a concha retirei um pouco de espuma que se forma sempre,
retirei também a canela e o limão...
 ... e experimentei o ponto. Fazia estrada, mas não a desejada.
 Depois de 3 horas a ferver, a geleia reduziu o que assinalo.
Agora, sim, estava pronta e cheirosa!
 Estas coisinhas já arrefecidas são deliciosas!
 Enfrasquei com a geleia ainda quente.
 Enquanto arrefecia fui à varanda ver este lindo fim do dia.
 Isto é o que vejo da parte de trás:
 a majestosa torre da Universidade, agora branca, limpa.
Em baixo, o telhado do mercado municipal D. Pedro V.
 E aqui o resultado da tarefa que me ocupou durante boa parte 
deste lindo dia.
Mas à tarde ainda fizemos uma caminhada pelo Choupal.
Só depois é que limpei os frascos por fora, coloquei os rótulos
e os guardei no armário da despensa.
Estes são os mais vulneráveis a assaltos!...
 UM ABRAÇO