Hoje a minha filha mais nova faz 36 anos
e esta é a sobremesa da sua preferência.
Até diz que o meu pudim molotof é o melhor de todos!...
Não será o caso de hoje!!!...
Mas como eu costumo dizer e quase sempre me acontece...
quando quero apresentar o meu "melhor"... sai o meu
assim assim... quando não sai mesmo uma desgracinha!!!...
Como quase sempre, faço a receita a olho.
Ligo o forno a 180º, ponho ao lume um pouco de açúcar
com um pouco de água a fazer ponto queimado.
Entretanto bato as claras e quando começam a fazer bolhas
vou sacudindo o açúcar diretamente do pacote para as mesmas,
batendo sempre até tudo ficar assim:
Aqui o açúcar a fazer ponto:
Nesta fase é preciso cuidado: não deixar queimar muito o açúcar,
mas este até ficou de menos... com a preocupação das fotos!
É que, de repente, o açúcar queima e fica amargo,
não se podendo usar.
Este ficou loirinho e havia de ter ficado mais ruivo!
Após 5 minutos de cozedura, desligo, abro a porta do forno
e deixo arrefecer o pudim naturalmente, dentro da forma.
Só depois de frio o volto para o prato.
E é assim que a Raquel gosta: sem molho, sem mais nada.
Agora não sei o que fazer ao colesterol daquelas gemas!
Às vezes faço fios de ovos (fios?...rsrsrs... serão mais cordas!)
Ainda vou pensar!!!...
E é assim que a Raquel gosta: sem molho, sem mais nada.
Agora não sei o que fazer ao colesterol daquelas gemas!
Às vezes faço fios de ovos (fios?...rsrsrs... serão mais cordas!)
Ainda vou pensar!!!...
"A mãe já tem feito melhor!"... talvez ouça!
Mas como é dia de festa a aniversariante vai comer caladinha,
como a mamã dela ensinou!

































